sábado, 30 de março de 2013
chegou o tão esperado O caçador de gigantes.
Erra o espectador ao pensar em "Jack: O Caçador de Gigantes" como uma adaptação do clássico "João e o Pé de Feijão" com esteroides. Embora claramente dialogue com o conto universal, o roteiro do filme também é inspirado em uma das histórias arturianas (aquelas do Rei Arthur e Camelot), transformando o que se vê na tela num mosaico um tanto desconexo para quem não conhece os contos paralelos. O filme estreia no Brasil em versões convencionais, 3D e IMAX 3D, dubladas e legendadas.
Torná-las complementares faz sentido quando analisado o filão de produções sobre contos de fada muito em voga atualmente -- "João e Maria: Caçadores de Bruxas" é o exemplo mais recente. Era preciso transformá-la em uma história de ação constante e com doses de humor, cujos efeitos especiais elevassem tudo o que se vê na tela a uma espécie de desenho animado delirante para adultos.
Assim, do primeiro conto desapareceram a fada, a mãe, a galinha dos ovos de ouro, a harpa encantada e a moral escroque do final da história, que emperrariam a trama. Já do segundo, foram trazidos o contexto de batalha, o reino a ser protegido, a princesa em apuros e o aporte exponencial de gigantes ao enredo. Vê-se aí a miscelânea.
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